Iniciamos um ano com previsões de um quase terror instalado na mente do incauto cidadão que não faz parte de nenhum aparelho nem de "Sociedades Veículo".
Somos tentados a pensar que o ideal seria anunciar a falência do país e recomeçar do zero.
Talvez os "amigos" Americanos, em troca dos favores prestados, nos facultem um espaço em Guantánamo para enviarmos os falsos profetas das promessas e assim minimizar o problema.
Se não resultar ainda podemos tentar vender os políticos em vez da dívida.
Mas tal só resultaria se o "Povo" se fizesse ouvir.
Em plena Campanha Presidencial fala-se sobre tudo menos sobre o que importa mas não importa ...
Num país de brandos costumes e do deixa andar o mais certo é ignorar e tudo ficar igual ...
Até idolatrar falsos ídolos e espumar de inveja dos que com esforço resistem ...
Até o cliché do "desliga o PC e vai trabalhar", agora, parece mais importante ...
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